A TERCEIRA VIA

PÚRPURA SETE

Um paradigma é uma teoria do Real. Se lançarmos um olhar cuidadoso sobre as forças mentais colectivas que procuram descrever a actual crise planetária, e com isso definir a Realidade que nos contém, revelam-se quatro grandes narrativas em tensão dinâmica consigo mesmas e entre si:

  1. A narrativa oficial

  2. A narrativa espiritual

  3. A narrativa conspirativa

  4. A narrativa eco-feminista


Neste Sétimo Púrpura André Louro de Almeida vai descrever os aspectos luminosos e sombrios destas quatro forças na mente colectiva, a forma como interagem e se retro-alimentam entre si, os seus símbolos e arquétipos, e os complexos no inconsciente colectivo que as promovem.


Compreender esta dinâmica permite-nos situar claramente no fulcro dos problemas políticos, científicos, culturais e espirituais humanos tal como foram intensificados pela crise CV19; permite-nos “falar à Humanidade” - manter um diálogo aberto e cultivar um centro de poder magnético que irradie contra a erosão da confiança mútua entre seres humanos e a confiança entre níveis de competência e decisão politica.


André apresenta a actual crise planetária como “natural na origem e permitida em nível Logoíco”, preferindo reflectir nela como uma crise iniciática entre a Humanidade e o Real.


Além disso, a presenca de Júpiter, Saturno e Plutão em Capricórnio; Neptuno em Peixes e Urano em Touro, como motores ígneos colectivos, potenciam o melhor e o pior nestas quatro versões sobre a realidade.


No centro destas quatro narrativas existem sombras que, se forem dissipadas, revelam que algo novo e maior está em gestação e que será o germe de um modelo de interpretação da Realidade, não apenas “holístico” mas “integrador”, tanto do passado e da sua herança cultural e científica, como do futuro, horizonte de esperança, de onde visões utópicas emergem.


Neste encontro André aponta para uma “terceira via”, um ponto de equilíbrio entre as principais tensões planetárias, um coração magnético no centro dos processos mentais, e denuncia a forma como as forças involutivas tendem a ampliar os extremos e as polarizações tóxicas emtodas estas visões parciais.


A capacidade de extrair uma luz e uma lição de cada tendência maior na mente colectiva tem sido responsabilidade dos discípulos no mundo, por estes se manterem neutros perante a apresentação de ideias novas e críticos perante instituições consagradas. Para isso é necessário compreender, ver de forma neutra, sem precipitar qualquer pensamento.


Desenvolver o Olho Lúcido e Sereno no centro do furacão das ideias e apontar rumos para as sociedades do futuro

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NOTA: Este conteúdo está incluído na mensalidade Lumina.

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